Santiago Neto y Los Misionerotrónicos
  • Informações da Banda

    Santiago Neto y Los Misionerotrónicos


    Santiago Neto é músico, compositor e produtor cultural. Nasceu em São Borja, cidade fronteiriça do RS que margeia o rio Uruguai, à vista de Santo Tomé do lado argentino. Artista radicado em Porto Alegre desde 1986, em sua carreira lançou 05 CDs sendo dois em trabalho solo e três com a banda Sombrero Luminoso. É criador de uma proposta estética baseada na fusão do rock com chamamés, milongas e toadas ribeirinhas no linguajar do “portunhol”, ampliando o conceito de Rock Gaúcho para o universo fronteiriço e missioneiro do pampa rio grandense.
    O Sombrero Luminoso apareceu em Porto Alegre em meados de 2000, trazendo cores e sons de uma fronteira rocanrol. Cantando em portunhol, exaltando camelôs e recorrendo a parafernálias tecnológicas em nome do amor bandido, foi trazido ao mundo de dentro do imaginário criativo de Santiago Neto. Durante toda a primeira década do século XXI seu manancial de canções foi despejado livremente sobre a música do sul: nas rádios, em inúmeros shows, em 03 discos, 02 filmes longas metragens produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre (Houve uma vez dois verões e Saneamento Básico, de Jorge Furtado) e uma minissérie veiculada em rede nacional (mulher de Fases – HBO). Passou-se a ouvir um sotaque vagabundo que tornou mais facilmente decifrável o espírito fronteiriço inserido no diverso universo do mundo globalizado.
    Em 2013 deu-se a imersão estética autoral que veio sublimar sua atitude “canta-autor”. O artista juntou-se a outros músicos vindos de outras bandas. Renovaram um rico repertório e trouxeram ao público - também renovado - o petardo sonoro denominado Santiago Neto Y Los Misionerotrónicos. Refez-se o feito. Seu disco Zero Zero do Santo Amém foi indicado ao Premio Açorianos de Música e seu lançamento se deu em intervenções artísticas gratuitas por 05 estações do trem metropolitano de Porto Alegre (Trensurb). Eram iniciativas independentes e totalmente subsidiadas pelo próprio artista e seu grupo.
    No final de 2014 romperam as barreiras da fronteira sul americana. Selecionados no edital aberto a artistas brasileiros para Residencias Artisticas y Culturales - On Produciones de Montevideo - Santiago Neto y los Misionerotrónicos circularam pelo Uruguay durante 10 dias de dezembro como viventes estrangeiros. Apresentaram-se em Montevideo, Canelones, Carmelo, Nueva Palmira e Rocha, e difundiram sua arte numa intensa programação de entrevistas na imprensa e na mídia televisiva do país. Consolidaram uma relação de intercâmbio e integração com músicos e produtores culturais uruguaios que se expande geográfica e temporalmente a partir de 2015, promovendo ações de circulação pelo cone sul.
    Sob a direção de Marcelo Restori, iluminação cênica de Fábio Cunha e participação em performances malabares de Fredericco Restori do grupo teatral Falus & Stercus, os bédeboys trazem ao palco a fusão de IPad, ponteados de violão milongueiro e batidas fortes em vocais de boleros. Uma performance visceral, de grande intensidade melódica e picardia poética no show Zero Zero do Santo Amém.


    Ficha Técnica:
    Santiago Neto - Canta-autor y guitarrero
    Moysés Lopes - I Pads e parafernálias eletrónicas
    Dudu Yugueros - Bajo y vocales
    Diogo Stolfo - Bateria y vocales

    Direção artistica:
    Marcelo Restori

    Produção Executiva:
    Tagliaro e Lopes Empreendimentos Artísticos Ltda.
    CNPJ 08.770.882/0001-86. Rua dos Andradas 943/1501 - CEP 90020-005 - Porto Alegre RS

    Acesso livre às musicas, MP3, textos, fotos e vídeos:
    Portal TNB - Toque no Brasil - perfil Santiago Neto y los Misionerotrónicos http://santiagonetoylosmisionerotronicos.tnb.art.br/
    Show de Sombrero Luminoso - “MI CASA ES SU CASA” - Bar Opinião/Porto Alegre
    http://www.youtube.com/watch?v=pjTUw7UaTXU

    Sinopse:
    Santiago Neto, criador do autêntico grupo musical Sombrero Luminoso, apresenta Santiago Neto y los Misionerotronicos. Mesclando rock e chamamé, cantando em portunhol e derrubando fronteiras estéticas e geográficas, traz à luz a inquieta vertente mestiça do rock gaúcho ao lado de Moysés Lopes, Dudu Yugueros e Diogo Stolfo. Show do disco Zero Zero do Santo Amém, sob a direção de Marcelo Restori.
    Duração: 1h30min.


    CONTATOS
    E-mail santiagosombrero@gmail.com
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    Telefones:
    (51) 30242832
    (51) 81594185
    (51) 99674185

    Integrantes:
    Santiago Neto - Voz, Violão
    Dudu Yugueros - Baixo
    Diogo Stolfo - Bateria
    Moysés Lopes - Eletrônicos

    Downloads: Rider

    Telefone: (51) 9967-4185
    E-mail: santiagosombrero@gmail.com

    Origem: Porto Alegre - rs (Brasil)

    Residência: Porto Alegre - rs (Brasil)

    Estilo
    Rock

    Redes Sociais

  • Fotos de Divulgação

    img_8029_pb-51943c1a8a65b.jpg img_8029-51943c8a613c5.jpg banda-e-fredericco-2-559c104bdd735.jpg img_3642-559c1ce6a7050.JPG img_3617-559c1d4838e9d.JPG img_3611-559c1d9eb9d71.JPG img_3698-559c1f2c6f636.JPG img_3645-559c1fcc051fd.JPG img_3679-559c202d533f6.JPG
  • Show Zero Zero do Santo Amém

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  • Currículo do artista

    Santiago Neto é músico e compositor nascido em São Borja, radicado em Porto Alegre desde 1986. Em sua carreira artística lançou 5 CDs, sendo dois em trabalho solo e três com a banda Sombrero Luminoso. Criador de uma proposta estética baseada na fusão do rock com o linguajar do “portunhol”, ampliando o conceito de Rock Gaúcho para o universo fronteiriço e missioneiro do pampa riograndense. Suas canções integram as trilhas sonoras de dois longas-metragens do cineasta Jorge Furtado e compõe em parceria com a banda Papas da Língua. Em 2012 é o autor das músicas para o evento Natal Luz de Gramado.
    Trabalha em gestão pública cultural desde 1998, com a coordenação de Descentralização da Cultura de Porto Alegre. Produziu e dirigiu o Festival de Música de Porto Alegre, a Festa de Reveillón da capital. Implantou o Fundo Municipal de Cultura na cidade de São Leopoldo e coordenou a Feira da Música do Sul em suas duas edições. Integrou o Colegiado Nacional de Música junto ao MINC, o Fórum Nacional de Música e é colaborador da rede Fora do Eixo – Regional Sul.
    Entre 2011 e 2013 ocupou o cargo de diretor do Instituto Estadual de Música na Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e a direção da Discoteca Pública Natho Henn na Casa de Cultura Mário Quintana. Atualmente desenvolve o Circulador Criativo, projeto voltado à capacitação de agentes culturais no interior do estado do RS e a Gira Fronteiriça - rede que abrange alunos da Unipampa, produtores culturais e artistas, bem como gestores de cultura nas cidades da fronteira com Uruguai e Argentina para a elaboração e realização de projetos de cultura locais.
  • Músicas

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  • Letras e Cifras

  • Logomarcas

  • Meu Rock'n Roll é quase igual a um Chamamé

    Desde a bacia do prata, através do rio Uruguai estendendo-se pelas margens do Paraná, transbordando em lágrimas no rio Paraguai no centro geográfico da América do sul e acompanhando a busca guaranítica de uma terra sem males, existe um eixo estético chamado Chamamé. Se a milonga significa o pranto, o Chamamé traduz picardia e improviso. Sua ancestralidade é onipresente nos formatos sonoros mais diversos que abrangem as trovas e os ponteios ribeirinhos formadores da bailanta fronteiriça, da viola sertaneja e dos lamentos da guarânia.

    Santiago Neto nasceu em São Borja, uma cidade missioneira do RS que margeia o rio uruguai, à vista de Santo Tomé do lado argentino. Sua infância testemunhou um acervo de manifestações culturais locais produzido pelo Grupo Amador de Arte Os Angueras, de Apparício Silva Rillo e José Bicca ? seu pai foi um dos criadores do grupo e do Festival da Barranca, encontro de compositores e decantadores da arte regional (onde aplica-se a o ?manduca? como moeda solidária há mais de 30 anos).
    Na adolecência sofreu todos os impactos da música urbana e do rock e foi viver em Porto Alegre nos anos mais efervescentes da música gaúcha. Ali, sobre os jovens compositores suburbanos, flutuavam a MPG e o Rock Gaúcho dos anos 80. Houve uma mistura de informações e referências. Esta mistura trouxe um novo manancial criativo no contexto da música gaúcha. O Pago Revisitado, de 97, foi um primeiro estudo sobre o que pode o universal enriquecer um sentimento puramente regional. No Sombrero Luminoso, em 2000, apareceu cantando em portunhol, exaltando camelôs e recorrendo a parafernálias tecnológicas em nome do amor bandido. Uma década de conteúdos despejados livremente sobre a música do sul: nas rádios, em inúmeros shows, em 03 discos, em 02 longas metragens (Houve uma vez dois verões e Saneamento Básico, de Jorge Furtado) e uma minissérie veiculada em rede nacional (mulher de Fases ? HBO), passa-se a ouvir um sotaque vagabundo que vai tornando facilmente identificável o espírito fronteiriço no contexto tão diverso do mundo globalizado.
    Agora apresenta Los Misionerotrónicos, trazendo em sua formação Moysés Lopes (I Pads) Diogo Stolfo (Bateria) e Dudu Yugueros (Contrabaixo). Uma soma de impulsos e inquietudes que transcende fronteiras em canções e causos impressos no disco Zero Zero do Santo Amém, gravado em 2012 e apresentado ao público em 05 intervenções artísticas nas estações de trem metropolitano, em maio de 2013. Um importante passo. O desafio ao ignoto num retorno ao estado puro do artista, levando músicas inéditas a um público absolutamente eterogêneo. Prova da inesgotável fonte criativa da arte, de sua capacidade tranformadora e da definitiva identidade desta atrevida tropilha com as gentes habitantes destes lugares. Em cada frase cantada uma multitude de sensações comuns que despertam no ouvinte uma condolente compreensão.